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	<title>Comentários sobre: Podcast #2 &#8211; Pausas Necessárias</title>
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		<title>Por: Julio Machado</title>
		<link>http://juliomachado.com.br/podcast-2-pausas-necessarias/comment-page-1/#comment-928</link>
		<dc:creator>Julio Machado</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Nov 2010 13:37:35 +0000</pubDate>
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		<description>Que legal o seu comentário Luciana!
Precisamos a abrir esse espaço de cuidado pessoal por amor, antes que seja forçado pela dor.
Um abraço
Júlio</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Que legal o seu comentário Luciana!<br />
Precisamos a abrir esse espaço de cuidado pessoal por amor, antes que seja forçado pela dor.<br />
Um abraço<br />
Júlio</p>
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		<title>Por: Julio Machado</title>
		<link>http://juliomachado.com.br/podcast-2-pausas-necessarias/comment-page-1/#comment-927</link>
		<dc:creator>Julio Machado</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Nov 2010 13:35:54 +0000</pubDate>
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		<description>É isso aí Cheila!
Viva a expansão das pausas!
Mas paa isso é preciso, primeiramente, que elas existam.
Um abraço
Júlio</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>É isso aí Cheila!<br />
Viva a expansão das pausas!<br />
Mas paa isso é preciso, primeiramente, que elas existam.<br />
Um abraço<br />
Júlio</p>
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	<item>
		<title>Por: cheila Vargas</title>
		<link>http://juliomachado.com.br/podcast-2-pausas-necessarias/comment-page-1/#comment-926</link>
		<dc:creator>cheila Vargas</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 31 Oct 2010 02:13:37 +0000</pubDate>
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		<description>Olá Júlio, bom te ouvir!

É mesmo interessante como, quando não nos damos conta do piloto automático e passamos a fazer as coisas sem muita atenção e carinho, as nossas atividades se tornam mais difíceis... seria muito bom se conseguíssemos experimentar em nosso dia a dia  uma contínua sensação de férias, e em nossas atividades um eterno prazer, mas, enquanto isso não acontece, benditas sejam as pausas e bemvindas as férias! 
Grande abraço,</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá Júlio, bom te ouvir!</p>
<p>É mesmo interessante como, quando não nos damos conta do piloto automático e passamos a fazer as coisas sem muita atenção e carinho, as nossas atividades se tornam mais difíceis&#8230; seria muito bom se conseguíssemos experimentar em nosso dia a dia  uma contínua sensação de férias, e em nossas atividades um eterno prazer, mas, enquanto isso não acontece, benditas sejam as pausas e bemvindas as férias!<br />
Grande abraço,</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: luciana</title>
		<link>http://juliomachado.com.br/podcast-2-pausas-necessarias/comment-page-1/#comment-925</link>
		<dc:creator>luciana</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Oct 2010 16:11:24 +0000</pubDate>
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		<description>Preciso de tempo e não tenho ,mas tenho todo o tempo  que não da tempo,mas vou tirar do tempo que o tempo me deu um tempo pra amolar meu machado do descanso antes que meu corpo ou minha mente me  peça ou mais grave me cobre um descanso.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Preciso de tempo e não tenho ,mas tenho todo o tempo  que não da tempo,mas vou tirar do tempo que o tempo me deu um tempo pra amolar meu machado do descanso antes que meu corpo ou minha mente me  peça ou mais grave me cobre um descanso.</p>
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	<item>
		<title>Por: Lúcia Araújo Mesquita</title>
		<link>http://juliomachado.com.br/podcast-2-pausas-necessarias/comment-page-1/#comment-287</link>
		<dc:creator>Lúcia Araújo Mesquita</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Sep 2009 20:43:20 +0000</pubDate>
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		<description>È SEMPRE BOM OUVIIR,ESSE TRECHO PRECISAMOS AMOLAR O NOSSO MACHADO, eU ESTAVA  PRECISANDNOVAMENTE RELEMBRAR ESSA PALAVRAS MARAVILHOSAS.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>È SEMPRE BOM OUVIIR,ESSE TRECHO PRECISAMOS AMOLAR O NOSSO MACHADO, eU ESTAVA  PRECISANDNOVAMENTE RELEMBRAR ESSA PALAVRAS MARAVILHOSAS.</p>
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	<item>
		<title>Por: Julio Machado</title>
		<link>http://juliomachado.com.br/podcast-2-pausas-necessarias/comment-page-1/#comment-193</link>
		<dc:creator>Julio Machado</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Aug 2009 13:40:03 +0000</pubDate>
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		<description>Olá Patrícia,
O nosso maior problema não é fazer pausas além da conta, mas, sim, não fazer pausa nenhuma.
Quando abrimos este espaço de cuidado pessoal na nossa vida, achamos rapidamente o ponto de equilíbrio.
Um abraço
Júlio</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá Patrícia,<br />
O nosso maior problema não é fazer pausas além da conta, mas, sim, não fazer pausa nenhuma.<br />
Quando abrimos este espaço de cuidado pessoal na nossa vida, achamos rapidamente o ponto de equilíbrio.<br />
Um abraço<br />
Júlio</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Elizabeth Patricia</title>
		<link>http://juliomachado.com.br/podcast-2-pausas-necessarias/comment-page-1/#comment-190</link>
		<dc:creator>Elizabeth Patricia</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 16 Aug 2009 13:45:19 +0000</pubDate>
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		<description>Realmente essa é uma das partes mais difíceis de administrar: a pausa. Sei que é necessário, acho até que tenho conseguido bastante delas, mas às vezes vem até um sentimento de culpa. Será que estou sabendo aprovietar bem as minhas pausas. Se o lenhador não se concentrar em amolar o machado, durante sua pausa, ela não terá valido de nada. E se ele ficar muito tempo na pausa? E se ele estiver parando na hora errada?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Realmente essa é uma das partes mais difíceis de administrar: a pausa. Sei que é necessário, acho até que tenho conseguido bastante delas, mas às vezes vem até um sentimento de culpa. Será que estou sabendo aprovietar bem as minhas pausas. Se o lenhador não se concentrar em amolar o machado, durante sua pausa, ela não terá valido de nada. E se ele ficar muito tempo na pausa? E se ele estiver parando na hora errada?</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Julio Machado</title>
		<link>http://juliomachado.com.br/podcast-2-pausas-necessarias/comment-page-1/#comment-35</link>
		<dc:creator>Julio Machado</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2009 22:47:48 +0000</pubDate>
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		<description>Ah Rubem Alves, genial com as palavras. Profundo e simples com as idéias.
Agradeço o texto
Um abraço
Júlio</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ah Rubem Alves, genial com as palavras. Profundo e simples com as idéias.<br />
Agradeço o texto<br />
Um abraço<br />
Júlio</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Flávia</title>
		<link>http://juliomachado.com.br/podcast-2-pausas-necessarias/comment-page-1/#comment-28</link>
		<dc:creator>Flávia</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 17 May 2009 17:31:37 +0000</pubDate>
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		<description>&quot;HORA DE ESQUECER&quot;
E o que eu desejo para mim e para você é esquecimento…
Coisa estranha de se desejar, parece mais uma maldição – pois quem é tolo de querer perder a memória? Eu mesmo vivo falando sobre a felicidade que mora nas lembranças e até mesmo acho que não está errado dizer que somos o que lembramos. Por isso gosto de contar casos, que é um jeito de fazer amor, dar aos outros pedaços da minha vida que o tempo já matou e enterrou, mas que a maga memória faz ressuscitar. Aquilo que a memória amou fica eterno,
disse Adélia Prado, e eu não me canso de repetir. A memória é a presença da eternidade em mim. E é para isso que preciso dos deuses, para que eu nunca esqueça, para que o passado volte sempre…
Recordo as Confissões, de Santo Agostinho. Releio seu maravilhoso capítulo sobre a memória, a meditação mais lúcida e profunda jamais escrita sobre o assunto. Diz ele: Palácio maravilhoso, caverna misteriosa, dentro da memória estão presentes os céus, a terra e o mar… Dentro dela eu me encontro comigo mesmo… É nela que moram os segredos da vida e da morte… E andando pelos seus caminhos, o santo vai à procura do obscuro objeto da nostalgia que faz o seu coração doer, e que beleza alguma é capaz de curar. Ele entra na memória como amante que vai à procura da amada, perdida…
E venho eu e desejo a todos o esquecimento… É que, por vezes, é preciso esquecer para poder lembrar…
Pois a memória, como o próprio santo notou, é o estômago da mente…. Para ali vão as comidas mais variadas, umas saborosas e de digestão fácil, outras amargas e impossíveis de serem digeridas. Quando isso acontece, o corpo se contorce e enjoa, e coisa alguma é capaz de fazê-lo feliz. Até que o próprio corpo se aplica o remédio, vomita, e assim se livra da comida que o fazia sofrer.
Memória, estômago: há nela coisas que precisam ser vomitadas, para que corpo possa de novo se alegrar. Pois o esquecimento é a memória vomitando o que faz o corpo sofrer.
Por isso que Roland Barthes dizia que é preciso esquecer a fim de ficar sábio.
Por isso que Alberto Caeiro dizia que o que ele desejava era desaprender, raspar de sua pele a maneira de sentir que lhe haviam ensinado, para poder, de novo, sentir o gosto bom de si mesmo.
Somos como um navio em que os detritos do mar vão se grudando, em meio ao muito navegar.
De tempos em tempos é preciso que o casco seja raspado, para voltar de novo a deslizar suave pelas águas.
Os detritos da memória depositam-se em nossos olhos, transformam-se numa nuvem leitosa, opaca, catarata, e nos tornamos cegos para o mundo a nossa volta. O mundo inteiro, então, se transforma num monte de detritos.
É preciso esquecer para poder ver com clareza. É preciso esquecer para que os olhos possam ver a beleza.
As Sagradas Escrituras contam a saga da mulher de Ló. Deus permitiu que o casal fugisse das cidades amaldiçoadas de Sodoma e Gomorra sob a condição de que não olhassem para trás, enquanto o fogo do céu as consumia. A mulher não resistiu à curiosidade, olhou para trás, e foi transformada em estátua de sal. Quem fica com os olhos fixados no passado se torna incapaz de ver o presente. E quem não tem olhos para o presente está morto.
Esquecer. Ver com olhos de criança – sem memória.
Mas nem sei por que estou dizendo todas estas coisas para explicar o meu desejo de esquecimento, quando o que eu quero dizer já foi dito por Alberto Caeiro:
O essencial é saber ver/ uma aprendizagem de desaprender/ Saber ver sem estar a pensar/
Saber ver quando se vê/ Ver com o pasmo essencial que tem uma criança, ao nascer/ Sentirse nascido a cada momento/ para a eterna novidade do mundo…
É isso que desejo para você e para mim, no início de cada ano: esquecimento. Tomar um banho. Deixar a água correr pelo corpo… Sentir os detritos do passado se despregando, e entrando pelo ralo. Recuperar o corpo sem memória da criança, para ver o mundo como se fosse a primeira vez…
Rubem Alves</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;HORA DE ESQUECER&#8221;<br />
E o que eu desejo para mim e para você é esquecimento…<br />
Coisa estranha de se desejar, parece mais uma maldição – pois quem é tolo de querer perder a memória? Eu mesmo vivo falando sobre a felicidade que mora nas lembranças e até mesmo acho que não está errado dizer que somos o que lembramos. Por isso gosto de contar casos, que é um jeito de fazer amor, dar aos outros pedaços da minha vida que o tempo já matou e enterrou, mas que a maga memória faz ressuscitar. Aquilo que a memória amou fica eterno,<br />
disse Adélia Prado, e eu não me canso de repetir. A memória é a presença da eternidade em mim. E é para isso que preciso dos deuses, para que eu nunca esqueça, para que o passado volte sempre…<br />
Recordo as Confissões, de Santo Agostinho. Releio seu maravilhoso capítulo sobre a memória, a meditação mais lúcida e profunda jamais escrita sobre o assunto. Diz ele: Palácio maravilhoso, caverna misteriosa, dentro da memória estão presentes os céus, a terra e o mar… Dentro dela eu me encontro comigo mesmo… É nela que moram os segredos da vida e da morte… E andando pelos seus caminhos, o santo vai à procura do obscuro objeto da nostalgia que faz o seu coração doer, e que beleza alguma é capaz de curar. Ele entra na memória como amante que vai à procura da amada, perdida…<br />
E venho eu e desejo a todos o esquecimento… É que, por vezes, é preciso esquecer para poder lembrar…<br />
Pois a memória, como o próprio santo notou, é o estômago da mente…. Para ali vão as comidas mais variadas, umas saborosas e de digestão fácil, outras amargas e impossíveis de serem digeridas. Quando isso acontece, o corpo se contorce e enjoa, e coisa alguma é capaz de fazê-lo feliz. Até que o próprio corpo se aplica o remédio, vomita, e assim se livra da comida que o fazia sofrer.<br />
Memória, estômago: há nela coisas que precisam ser vomitadas, para que corpo possa de novo se alegrar. Pois o esquecimento é a memória vomitando o que faz o corpo sofrer.<br />
Por isso que Roland Barthes dizia que é preciso esquecer a fim de ficar sábio.<br />
Por isso que Alberto Caeiro dizia que o que ele desejava era desaprender, raspar de sua pele a maneira de sentir que lhe haviam ensinado, para poder, de novo, sentir o gosto bom de si mesmo.<br />
Somos como um navio em que os detritos do mar vão se grudando, em meio ao muito navegar.<br />
De tempos em tempos é preciso que o casco seja raspado, para voltar de novo a deslizar suave pelas águas.<br />
Os detritos da memória depositam-se em nossos olhos, transformam-se numa nuvem leitosa, opaca, catarata, e nos tornamos cegos para o mundo a nossa volta. O mundo inteiro, então, se transforma num monte de detritos.<br />
É preciso esquecer para poder ver com clareza. É preciso esquecer para que os olhos possam ver a beleza.<br />
As Sagradas Escrituras contam a saga da mulher de Ló. Deus permitiu que o casal fugisse das cidades amaldiçoadas de Sodoma e Gomorra sob a condição de que não olhassem para trás, enquanto o fogo do céu as consumia. A mulher não resistiu à curiosidade, olhou para trás, e foi transformada em estátua de sal. Quem fica com os olhos fixados no passado se torna incapaz de ver o presente. E quem não tem olhos para o presente está morto.<br />
Esquecer. Ver com olhos de criança – sem memória.<br />
Mas nem sei por que estou dizendo todas estas coisas para explicar o meu desejo de esquecimento, quando o que eu quero dizer já foi dito por Alberto Caeiro:<br />
O essencial é saber ver/ uma aprendizagem de desaprender/ Saber ver sem estar a pensar/<br />
Saber ver quando se vê/ Ver com o pasmo essencial que tem uma criança, ao nascer/ Sentirse nascido a cada momento/ para a eterna novidade do mundo…<br />
É isso que desejo para você e para mim, no início de cada ano: esquecimento. Tomar um banho. Deixar a água correr pelo corpo… Sentir os detritos do passado se despregando, e entrando pelo ralo. Recuperar o corpo sem memória da criança, para ver o mundo como se fosse a primeira vez…<br />
Rubem Alves</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Flávia</title>
		<link>http://juliomachado.com.br/podcast-2-pausas-necessarias/comment-page-1/#comment-27</link>
		<dc:creator>Flávia</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 16 May 2009 03:01:00 +0000</pubDate>
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		<description>Perdoe o erro, realmente  a frase é de Fernando Pessoa, Alberto Caeiro fez uma citação. VALEU.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Perdoe o erro, realmente  a frase é de Fernando Pessoa, Alberto Caeiro fez uma citação. VALEU.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Julio Machado</title>
		<link>http://juliomachado.com.br/podcast-2-pausas-necessarias/comment-page-1/#comment-26</link>
		<dc:creator>Julio Machado</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 May 2009 19:01:31 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://juliomachado.com.br/?p=305#comment-26</guid>
		<description>Olá Flávia. A sua citação do Fernando Pessoa (Alberto Caeiro) foi perfeita: não basta não ser cego para ver as árvores e as flores. Lembrando ainda do mesmo autor, um outro pensamento gêmeo: &quot;Mas isto exige um estudo profundo. Uma aprendizagem de desaprender.
Agradeço o seu retorno
Um abraço
Júlio</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá Flávia. A sua citação do Fernando Pessoa (Alberto Caeiro) foi perfeita: não basta não ser cego para ver as árvores e as flores. Lembrando ainda do mesmo autor, um outro pensamento gêmeo: &#8220;Mas isto exige um estudo profundo. Uma aprendizagem de desaprender.<br />
Agradeço o seu retorno<br />
Um abraço<br />
Júlio</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Flávia</title>
		<link>http://juliomachado.com.br/podcast-2-pausas-necessarias/comment-page-1/#comment-25</link>
		<dc:creator>Flávia</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 May 2009 12:15:58 +0000</pubDate>
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		<description>Realmente precisamos dessa pausa.Mas infelizmente as pessoas vivem presas no dogmatismo, nem se quer sabem que existe essa pausa para para descansar o corpo e alma.
    Por isso acho o quanto é importante assistir palestras, uma palavra que a pessoa ouve pode mudar o rumo de sua vida, ou seja, tirá-la da caverna. É como diz o nossso saudoso Alberto Caeiro: Não é bastante não ser cego para ver as árvores e as flores.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Realmente precisamos dessa pausa.Mas infelizmente as pessoas vivem presas no dogmatismo, nem se quer sabem que existe essa pausa para para descansar o corpo e alma.<br />
    Por isso acho o quanto é importante assistir palestras, uma palavra que a pessoa ouve pode mudar o rumo de sua vida, ou seja, tirá-la da caverna. É como diz o nossso saudoso Alberto Caeiro: Não é bastante não ser cego para ver as árvores e as flores.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Julio Machado</title>
		<link>http://juliomachado.com.br/podcast-2-pausas-necessarias/comment-page-1/#comment-24</link>
		<dc:creator>Julio Machado</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2009 21:15:00 +0000</pubDate>
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		<description>Valeu garoto!
Eu sei que você já compreendeu isso direitinho.
A lição já sabemos de cor, só nos resta aprender... isto é, mudar o comportamento.
Aos poucos vamos assimilando e implementando.
Beijo do pai</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Valeu garoto!<br />
Eu sei que você já compreendeu isso direitinho.<br />
A lição já sabemos de cor, só nos resta aprender&#8230; isto é, mudar o comportamento.<br />
Aos poucos vamos assimilando e implementando.<br />
Beijo do pai</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Tiago</title>
		<link>http://juliomachado.com.br/podcast-2-pausas-necessarias/comment-page-1/#comment-22</link>
		<dc:creator>Tiago</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2009 05:34:27 +0000</pubDate>
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		<description>Começamos com o pé direito!!

Esse paradigma esta dificil de ser quebrado. Assumo completamente isso. Mas já vai ser....

Concordo plenamente!!! E se pensarmos o contrário é realmente Burrice!!

Abraço!!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Começamos com o pé direito!!</p>
<p>Esse paradigma esta dificil de ser quebrado. Assumo completamente isso. Mas já vai ser&#8230;.</p>
<p>Concordo plenamente!!! E se pensarmos o contrário é realmente Burrice!!</p>
<p>Abraço!!</p>
]]></content:encoded>
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