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Podcast #7 – Amar é diferente de gostar

jm7Em homenagem à semana dos namorados, vamos falar um pouco sobre gostar e amar. Será que são a mesma coisa?

  • eliane

    Julio, concordo com você sobre a diferença entre amar e gostar. Podemos gostar de coisas, pessoas e animais, mas muitas vezes, não amamos tudo isso. O amor é mais profundo, vai até a alma e de lá retorna leve… já o gostar é mais racional, envolve preferências que muitas vezes o amor não tem. Muito próprio esse tema para esta semana. Um abraço.

  • Lucimara

    É tão fácil sentir o amor, mas nem tanto falar sobre ele. Gostar é mais amplo e generalizado e amar circunda todas estas esferas, chegando mais forte e energizado. Acho propício falar de amor em todas as ocasiões; este sentimento maior que temos com a capacidade de transmitir e reciprocamente exaltar ao mundo que, aí está o caminho para os desconflitos e a cura de todos os males. Sou feliz, assim. Abraços.

  • Adriana

    Júlio,parabéns!!! Concordo com você penso que muitos relacionamentos estão desgastados…sem vida…acabando por falta de clareza do que é amar realmente.As pessoas ficam presas…com a visão romantizada do amor …quando na verdade , muitas vezes ao delegar toda a felicidade ao outro, se perdem e se tornam pessoas carentes.Como sei que você gosta de assistir um bom filme( se é que você ainda não viu )sugiro o filme: À PROVA DE FOGO .Depois me conta a sua opinião .Beijinhos

  • http://juliomachado.com.br Julio Machado

    Querida Adriana,
    Agradeço o seu retono e seus lúcidos comentários.
    Quanto ao filme, adorei a indicação, pois já assisti a este excelente filme.
    Um abraço

    Júlio

  • http://juliomachado.com.br Julio Machado

    Realmente Lucimara, a confusão em torno da palavra amor é muito grande.
    Agradeço o seu comentário.
    Um abraço

    Júlio

  • http://juliomachado.com.br Julio Machado

    Olá Eliane,
    É muito bom ter esta clareza conceptual quanto tratamos estas palavras tão presentes na nossa vida: gostar e amar.
    Assim podemos empregá-las e praticá-las mais adequadamente.
    Muito bem vindo o seu comentário.
    Um abraço

    Júlio

  • Luiza

    Oi, Júlio,
    e no momento em que o mundo vive o descartável, viver o gostar é mais comum, pois também é descartável. Quando deixa de ser “gostoso”, pode ser trocado. Amar requer aceitação e, como você afirma, nem sempre é gostoso… mas é imprescindível para o ser (verbo) humano.
    Um beijo.

  • FLÁVIA

    Mas qual é aquela diferença fundamental entre gostar e amar? Onde se situa a fronteira entre cada um destes conceitos? Quando é que deixamos de gostar para passarmos a amar?
    Quando “gostamos” de alguém, temos sempre inconscientemente no nosso pensamento o que é que esse alguém pode fazer por nós, o que esse alguém tem para nos dar.
    Não me interprete mal, não se trata de sermos interesseiros! Não se trata do que as pessoas têm para nos dar/oferecer em termos financeiros ou em termos de vantagens materiais (isto só acontece a nível muito baixo); trata-se sim de uma tendência natural do ser humano para gostar das pessoas que são capazes de nos fazer sentir algo, que são capazes de serem interessantes para nós, que são capazes de nos oferecer amizade/amor, que são capazes de “movimentar” a nossa vida, que são capazes de nos ouvirem quando precisamos de desabafar e nos dizerem aquela palavra certa no momento certo, que têm a capacidade de nos inundarem com alegria, companheirismo, sentido de vida…
    No momento sutil em que passamos a “amar”alguém, há algo porém que muda de forma radical na nossa maneira de “gostar”… uma espécie de “inversão de marcha” na maneira como nos damos.
    DEIXAMOS DE PENSAR NO QUE É QUE A OUTRA PESSOA TEM PARA NOS OFERECER E PASSAMOS A PENSAR NO QUE É QUE NÓS TEMOS A OFERECER À OUTRA PESSOA.
    É uma mudança sutil porque ocorre sem ser notada, a nível do nosso “piloto automático” (inconsciente).
    Essa é a razão da força do amor ser tão poderosa: ela vem das nossas profundezas e impregna totalmente todos os nossos atos, toda a nossa conduta, as nossas crenças, tudo o que dizemos, tudo o que pensamos, tudo o que fazemos… Transmuta-se o chumbo em ouro… é a alquimia do ser humano.
    Há uma inversão de marcha do egoísmo (o centro sou eu) para o altruísmo (o centro é a pessoa amada)… Deixa de fazer sentido o pensarmos “o que é que a outra pessoa pode fazer para me ajudar a ser feliz” para pensarmos “o que é que eu posso fazer para ajudar a outra pessoa a ser feliz”.
    Assim, “gostar” e “amar” são apenas dois tipos de atitudes (entre muitas outras, como o ódio, a inveja, o ciúme) que representam diversas fases da evolução espiritual de cada ser humano.
    Por isso, quando somos capazes de estender o nosso “amor” do círculo íntimo das pessoas que amamos ao círculo alargado do Universo, atingimos o máximo de evolução espiritual possível segundo o que Jesus Cristo nos ensinou.
    BELA REFLEXÃO: AMPLIAÇÃO DO CONHECIMENTO.

  • http://juliomachado.com.br Julio Machado

    Olá Flávia,

    Bem vinda a sua pergunta seguida da profunda resposta.
    Esta tudo respondido aí!
    Parabéns.

    Júlio

  • http://juliomachado.com.br Julio Machado

    Querida Luiza,

    Que prazer receber este seu comentário!
    Creio que, sem culpa, conseguiremos esta visão e atitude mais amadurecida nos nossos relacionamentos, onde o amor vai aumentando a sua luz.
    Grande abraço

    Júlio

  • kátia maria cabral soares

    voce é 10