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O desafio do perdão

Por:Julio Machado
motivacionais

10

maio 2011

O DESAFIO DO PERDÃO

“São tantas coisinhas miúdas.
Roendo, comendo, arrasando aos poucos com o nosso ideal.
São frases perdidas num mundo de gritos e gestos,
Num jogo de culpa que faz tanto mal.” (Gonzaguinha)

 

Assim se expressou o poeta para nos alertar do mal que acontece quando deixamos as culpas e as mágoas irem se acumulando, sem o devido tratamento do perdão.

Perdoar não significa ceder, nem esquecer, mas se desfazer das emoções negativas ligadas ao ocorrido. Quando perdoamos, deixamos de estar emocionalmente agrilhoados à pessoa que nos magoou.  O perdão liberta a quem perdoa.

O perdão é bom tanto para o corpo como para a alma. As mágoas nos ferem a cada vez que as ressentimos e isso prejudica nossa saúde. Está provado que o simples recordar do incidente que nos magoou é prejudicial para o coração. E os sentimentos negativos que provocam estresse também são geralmente apontados como responsáveis por pressão alta, doenças, depressão etc.

  • Quantas vezes não perdoamos os outros por não atenderem às nossas expectativas, por não serem tão bons, bonitos e perfeitos como gostaríamos?
  • Quantas vezes não perdoamos a vida por ela ser tão “injusta” conosco, dando-nos sempre menos do que pensamos que merecemos?
  • Quantas vezes não nos perdoamos por não sermos tão perfeitos quanto gostaríamos?

Mas, perdoar é, antes de tudo, uma escolha e um treino para a vida. E é justamente sobre isso que queremos tratar nessa palestra de “utilidade pública”, propondo uma nova compreensão e uma abordagem bem prática sobre essa questão tão importante para a saúde dos relacionamentos, tanto nas famílias como nas organizações.

DURAÇÃO: até 02 horas.

 

 

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